Com estreia prevista para 28/Dezembro, a quinta temporada de Black Mirror promete inovar oferecendo ao assinante a possbilidade de interagir e escolher em que direção a trama vai caminhar.

Além disso, outro fato que ganhou repercussão foi a matéria do jornal inglês The Sun comentando as regras de conduta adotadas pela Netflix na produção.

Não que a gente pense em convidar Harvey Weinstein para a ceia de Natal e não valorize o movimento #MeToo – mas olhando de fora, parece que há certo exagero.

Teria a gigante do streaming criado sua própria distopia nos relacionamentos profissionais? Como um “Black Mirror” da indústria cinematográfica?

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  1. […] série francesa Osmosis chegou à Netflix na última semana e já foi imediatamente comparada à Black Mirror – por mostrar a tecnologia como protagonista e as complexas consequências que seu uso […]

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