Foi pouco divulgado após a cerimônia do Oscar , mas Netflix faturou um prêmio importante. O documentário “Ícaro“, sobre doping no esporte, produzido pela gigante do streaming recebeu o prêmio de melhor documentário.

Além do tema muito atual, dado que estamos em ano de Olimpíada de Inverno e Copa do Mundo, o documentário é muito bem produzido.

O foco é o suposto programa oficial de dopping dos atletas russos, onde o diretor e ciclista amador Bryan Fogel consegue a confissão do responsável técnico Grigory Rodchenkov com nível de detalhes impressionante.

Se for tudo verdade, qual o propósito de assistir eventos olímpicos – dado que no fundo são competições sobre quem tem o melhor programa de dopping?

Te faz pensar…

Depois da Amazon com Manchester à Beira-Mar (2016) [Crítica] foi a vez da Netflix entrar de “penetra” na festa do grandes estúdios. Contava também com o documentário “Strong Island” e Mudbound, que concorreu aos prêmios de atriz coadjuvante, roteiro adaptado, canção original e fotografia.

Tanto melhor pra nós, cinéfilos!

Mais sobre Grigory Rodchenkov.

Nota Cinectus: 8,0

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Cinema, Criticas