Não é o melhor filme do diretor Paul Thomas Anderson (aqui ele entra como diretor e roteirista) e também não é a melhor atuação de Daniel Day-Lewis, portanto é quase impossível (mesmo que Day-Lewis diga que vai se aposentar após esse último trabalho) que ele leve uma estatueta por sua atuação no próximo domingo. 

Aqui ele interpreta Reynolds Woodcock, um renomado costureiro da alta aristocracia londrina de 1950, cuja sua fatídica rotina é interrompida por uma jovem mulher, Alma (Vicky Krieps).

O filme concorre a 6 Oscar, incluindo Melhor Filme, Melhor Ator e Atriz Coadjuvante, mas é quase certo que não leve em nenhuma delas, pois todos os outros estão bem melhores em cada categoria.

Nota Cinectus: 7

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Cinema, Criticas

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