Não fomos convidados para World Premiere (ainda). Curta, compartilhe, comente… Numa dessas a gente é chamado para fazer uma selfie com a Rey (Daisy Ridley) na apresentação do Episódio IX. Vai que?

Mesmo assim, o Cinectus marcou presença na estréia do filme em terras brasileiras. E não se arrependeu do que viu: é um dos melhores filmes da franquia. No nível de Star Wars: O Despertar da Força (2015) e Star Wars Episódio III – A Vingança do Sith (2005) 

COMPROMISSO CINECTUS

Essa é a última vez que a gente escreve que o Kylo Ren (Adam Driver) é um vilão Nutella que não assusta uma criança de 6 anos.

E que sentimos uma saudade absurda de Darth Vader. Aquilo sim era um vilão raiz: só de ouvir o tema musical do cara você já ficava com medo. Sabia que ele vinha “passar o rodo” geral.

E que você pode até ser doente bastante para matar um pai como Han Solo (Harrison Ford), mas se você não tem nem propósito nem estilo, é só mais um moleque perturbado.

E para finalizar nossa ladainha, tende a zero a possibilidade de um filme da franquia ser melhor que O Império Contra-Ataca (1980)

Dito isso, vamos às nossas impressões sobre o filme:

É fiel a tudo que sustenta esse sucesso de quase 40 anos: sabres de luz, cidades repletas de seres bizarros, StormTroopers, criaturas fofas, humor e a eterna dualidade entre o bem e o mal – a luz e a sombra que existe em todos.

Outra característica da franquia presente no filme são os planetas onde o meio ambiente faz parte da estória: do deserto e os dois de Tattoine (Guerra Nas Estrelas (1977)), passando pelo gelado planeta Hoth (O Império Contra-Ataca (1980) ) até o planeta Crait, onde acontece a batalha que vemos no trailer, com os Ski Speeders deixando um um rastro vermelho. No início você não vê – é como um produto com excelente design – você só percebe que cada detalhe foi cuidadosamente pensado depois.

A trama é muito bem conduzida, prende o espectador e cria pequenos climax a cada 15 minutos. Pode-se discordar do destino de alguns personagens e achar que Christopher Nolan faria o mesmo filme editado com uns 15 minutos a menos, mas nunca criticar a qualidade da obra ou duvidar que o filme torna as expectativas muito altas para a conclusão da saga, prevista para 2019.  Se vira nos 30, J.J, Abrams!

 A Força está com

  • Luke Skywalker (Mark Hamill) – excelente na sua dualidade, por vezes inseguro mas quando o bicho pega vira jedi sinistro “sou filho de Anakin”.
  • Leia Organa (Carrie Fischer) – perfeita.  Nem o momento tosco “pessoal, não se esqueçam que também tenho poderes” atrapalha.
  • Poe Dameron (Oscar Isaac), não é Han Solo (Harrison Ford), mas está no caminho certo.
  • Vice Almirante Hondo (Laura Dern) Troféu  “Dê-me um limão que farei uma limonada”. Pegou um papel pequeno e arrebentou.
  • General Hux (Domhnall Gleeson de Ex-Machina (2014) – Não passou no teste) muito bom na cota do militar que sofre nas mãos dos Sith.

Foi para o Lado Negro

Nota Cinectus: 8,0

 

 

 

 

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Participe da conversa! 3 comentários

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Cinema, Criticas